segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A FINEP NORDESTE NO CEARÁ: uma escolha lógica


Por José Jackson Coelho Sampaio (*)
Em processo de descentralização, a Finep, órgão nacional de financiamento a infraestrutura de pesquisa privada (reembolsável) e pública (não reembolsável), implanta escritório regional, para o Nordeste, no Ceará. Não existem decisões como essa que não passem pela política, mas, aqui, focarei a base técnica de sermos o alvo lógico da Finep.
O Global Index Innovation Brasil estagnou e quem o puxa para baixo é o Sudeste, daí o Nordeste aparecer com força potencial. O Ceará é reconhecido por perseguir, há décadas, a lógica do planejamento público e do equilíbrio fiscal, o que nos coloca no topo dos Estados com saúde financeira. O povo cearense tem história de inventividade e de trabalho compartilhado. Nas últimas décadas o Ceará habilitou oito Universidades, entre as quais UFC, Uece e Unifor se destacam por ensino de graduação e de pós-graduação, extensão, pesquisa e inovação.
Acrescente-se a ascensão ao status de Centros Universitários de seis IES privadas.
A criação da Secitece aproximou Estado, Universidades e setor produtivo privado, daí o apoio da FIEC à Finep. As boas políticas públicas nos campos da saúde (da família, mental, bucal, planejamento ascendente/descendente) e da educação (aprendizagem na idade certa, ensino fundamental e médio, robusta educação profissional, técnica e tecnológica) dão solidez ao desenvolvimento. A transposição do rio São Francisco e as novas formas de captação de água dão segurança hídrica. Os parques de energia eólica e solar dão segurança elétrica. O Cinturão Digital do Ceará e a rede de rodovias integram o território.
Temos, também, hubs implantados ou em vias de: saúde (campus Fiocruz/Farmanguinhos, atração do Instituto Pasteur), internet (os cabos submarinos para Luanda, Lisboa, Miami), aéreo (Latam e/ou Air France/KLM), marítimo (ZPE e Complexo Portuário do Pecém, para Luanda, Abdijan, Istambul, Lisboa, Miami e Ásia, pelo novo canal do Panamá) e ferroviário (a conclusão da Transnordestina trará minérios e grãos para o Pecém).
(*) Professor titular em saúde pública e reitor da Uece.
Publicado. In: O Povo, Opinião, de 11/7/17. p.10.

domingo, 20 de agosto de 2017

“ESFOLEAR” JORNAIS


Fotógrafo: desconhecido.
Fonte: Circulando por e-mail (internet) e i-phones. Autoria desconhecida.

ESPORTE “VERNACULICIDA”


Fotógrafo: desconhecido.
Fonte: Circulando por e-mail (internet) e i-phones. Autoria desconhecida.

sábado, 19 de agosto de 2017

ESQUECIMENTO NA VELHICE


Lola, uma senhora de 86 anos, diz a seu filho:
- Nenê ... (o bebê tem 62 anos).
- Sim, mãe?, diz o "bebê".
- Tenho uma reunião com as meninas e eu gostaria que você me ajudasse a organizá-la.
- Claro mãe, fique tranquila que vou lhe ajudar.
- Ajudar com o que???
- A reunião mãe!!!
- Ah siiiimmm !!! Eu já tinha me esquecido!
Naquela noite, o filho chama sua mãe para a cozinha e mostra-lhe um papel preso na geladeira:
1. Sirva café
2. Sirva sanduíches
3. Sirva o suco
4. Sirva docinhos
- Que bom!!! Diz a senhora, agora não terei problemas! ...
Naquela tarde ao chegarem as "meninas" ... nenhuma abaixo dos 80!
Lola, boa anfitriã, organiza-as na sala, se desculpa e vai para a cozinha.E lê:
1. Servir café
E leva café para suas amigas, em uma mesa muito sedutora.
Depois de um tempo de conversa, Lola, nervosa, vai para a cozinha e lê de novo:
1. Servir café
E serve mais café ...
E assim por mais 4 vezes.
Finalmente as meninas vão embora.
Uma delas sussurra para outra, deixando a casa:
- Pepa, você viu? Que má anfitriã é Lola!!! Ela não nos deu nem mesmo um café!!!
Pepa, responde:
- Lola? De que Lola você está falando???
Naquela noite, o filho de Lola volta para casa de sua mãe e se surpreende, vendo que os sanduíches, sucos e doces estão intactos.
E pergunta:
- Mãe! O que aconteceu???
Lola responde:
- Você acredita que as desnaturadas não vieram??? !!!
Moral: "Vamos nos encontrar agora, enquanto ainda nos reconhecemos!!!"
Fonte: Internet (circulando por e-mails e i-phones sem autoria definida).

VELHICE OBRADA


O velhinho, em uma consulta com seu médico:
- Doutor eu tenho cagado todo dia às 7h em ponto.
- E qual é o problema nisso?
- É que eu só acordo às 8h.
Fonte: Internet (circulando por e-mails e i-phones sem autoria definida).

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ESTAMOS PERDIDOS?


O Estado brasileiro enfrenta momentos de dificuldades, envolvendo os Poderes Constituídos, podendo comprometer, infelizmente, os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, conforme o Art. 2º de nossa Carta Magna. É claro que os desajustes decorrentes dessa situação aflitiva se projetam nas estruturas da sociedade civil e da família. A democracia moderna baseia-se em um sistema de instituições construídas na expectativa de garantir as ações éticas e morais das decisões políticas. Entretanto, infelizmente, constatamos que esse equilíbrio institucional tem sido seriamente desvirtuado. Um olhar acurado sobre o relacionamento dos três Poderes torna esse desequilíbrio de fácil constatação e a confirmação de que as instituições democráticas não estão cumprindo o seu papel de canalizar as demandas da cidadania. Precisamos recuperar a superioridade ampla do nosso regime democrático. Para tanto, é desejável que o Poder Legislativo resgate sua capacidade deliberativa e representativa, o Judiciário garanta a ordem legal e constitucional e o Executivo administre com competência, aliada à seriedade, os reais interesses da sociedade, cumprindo as disposições legais. No entanto, não estamos perdidos. Abaixo a corrupção e a impunidade, “doa a quem doer”, conforme sempre ressalta o amigo e brilhante ex-senador Cid Carvalho. Ademais, como disse o compositor Paulo Vanzoline, “Levanta sacode a poeira e dá a volta por cima”. O Brasil é viável. Seu povo, na grande maioria, é bom. É um “País abençoado por Deus”. Convém refletir uma frase de Goethe: “Abra o coração para que entre mais amor”. Busquemos a Verdade e a Justiça.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 21/4/2017.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O PAPEL DOS MÉDICOS NA COMUNICAÇÃO JORNALÍSTICA


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
A mídia tem muito a contribuir com a ciência da saúde, mas tal contribuição só pode se efetivar quando médicos e profissionais da saúde aprenderem a dialogar sem preconceitos com os jornalistas. A imprensa, seja ela falada, escrita ou eletrônica, é os olhos e os ouvidos da comunidade. Compreensível o desejo dos seus profissionais de informar ao público cada vez melhor sobre os avanços médicos. É natural que diante de tempos de tantos adiantamentos, os jornalistas passem a assediar os médicos em busca de novidades na área da saúde.
O profissional de saúde vê-se assediado intensamente pelos profissionais das notícias. É quando se dá conta de estar completamente despreparado para lidar com essas pessoas de ofício bastante nobre – o de “informar” as novidades ao povo. Mas, pior se sente ao deparar com profissionais da mídia (escrita ou falada) despreparados para a função de informar sobre o difícil e complexo problema da saúde.
Esclareço que qualquer médico tem obrigação de fornecer informações aos meios de comunicação de massa desde que as informações não entrem em conflito com os preceitos dos Códigos de Ética dos Conselhos Regionais, aos quais, como qualquer profissional liberal, se encontra submetido. Respeitados tais preceitos, têm os profissionais da área da saúde a obrigação de adotar posturas positivas, associativas e cooperativas com os jornalistas.
Nos programas especializados em medicina, o médico tem a oportunidade de ofertar explicações mais detalhadas de como melhorar o estado sanitário da comunidade, resguardando-se das curas milagrosas e combatendo falsos procedimentos e charlatanismos.
Propagandas de Cura Milagrosa
Quando o profissional de saúde se expressa através dos modernos meios de comunicação, tem maior contato com a população, o que pode servir como potente ferramenta à promoção do bem-estar social. Os médicos não foram treinados para falar à plateias leigas. Desconhecemos como tirar o melhor proveito das oportunidades que a moderna mídia nos proporciona e, portanto, devemos ser ajudados pelos profissionais da imprensa.
O médico tem a necessidade e o dever de saber manejar três situações em uma entrevista: 1. Relacionar-se corretamente com o profissional da imprensa; 2. Não se atemorizar; 3. Não ficar se promovendo.
É preciso que o médico observe, na atualidade, principalmente a falência da medicina estatal; o sensacionalismo desenfreado; a mercantilização dos procedimentos médicos; a prevalência da tecnocracia pseudocientífica em detrimento do paciente; a imprensa marrom; os jornalistas despreparados; os planos de saúde e outros empresariados médicos.
O Código de Ética vem a favor dos médicos ao proibir as propagandas de cura milagrosa e a divulgação de terapêuticas ainda não aceitas pela medicina oficial.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).
 

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