domingo, 31 de dezembro de 2017

A BICICLETA DO PADRE!


Um padre comandava a igreja em um bairro mais afastado da cidade, onde os furtos eram frequentes. Ele costumava andar de bicicleta, mas era só estacionar em algum lugar ou deixar encostada que, minutos depois, a bicicleta era roubada.
Cansado da situação, ele foi conversar com o assistente da igreja:
- Poxa, não sei mais o que fazer! Essa já é a quarta bicicleta que me levam!
Então o assistente sugere uma ideia:
- Padre, faça o seguinte: na missa do próximo domingo, faça um sermão sobre os dez mandamentos, e frise com bastante veemência o ‘não roubarás’. Assim o ladrão vai sentir-se mal e terá que devolver a bicicleta. Não sabemos quem é, mas ele com certeza vem à missa.
Eis que chega o domingo e o padre fala sobre os dez mandamentos a todos os presentes, mas na hora do ‘não roubarás’, ele mal cita e fala ligeiramente sobre o assunto. Depois da missa, o assistente vai conversar com ele:
- Muito bom o sermão de hoje, padre, mas porque o senhor não deu mais ênfase ao comentar o não roubarás para fazer o ladrão devolver a bicicleta?
- Sabe como é... Na hora de falar do ‘não cometerás adultério’, resolvi deixar para lá essa ideia da bicicleta...
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

EINSTEIN E SEU CHOFER SÓSIA


Quando Albert Einstein estava fazendo visitas em algumas cidades para apresentar seus discursos, ele rapidamente se entediou e ficou ansioso para voltar a trabalhar no laboratório. Uma noite, enquanto dirigiam para outro jantar, Einstein mencionou a seu chofer (um homem que se parecia bastante com Einstein em aparência e estilo) que ele estava cansado de fazer discursos.
"Eu tenho uma ideia, chefe", disse seu motorista. "Eu ouvi você dar esse discurso tantas vezes, eu aposto que eu poderia falar em seu lugar".
Einstein riu alto e disse: "Por que não? Vamos tentar!"
Quando chegaram ao jantar, Einstein vestiu o chapéu e a jaqueta do motorista e sentou-se na parte de trás da sala. O motorista deu uma bela interpretação do discurso de Einstein e até mesmo respondeu algumas perguntas com habilidade.
Então, um professor extremamente pomposo fez uma pergunta extremamente esotérica sobre a formação de antimatéria, divagando por todos os lados para que o público soubesse que ele não era um idiota.
Sem perder o fio da meada, o chofer olhou firmemente para o professor e disse: "Senhor, a resposta para essa pergunta é tão simples que deixarei meu motorista, que está sentado ali atrás, responder por mim". 
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sábado, 30 de dezembro de 2017

POR QUE O VOVÔ TEM RUGAS E EU NÃO?


Uma menina está sentada no sofá com seu avô e começa a observar suas rugas em seu rosto.
Ela fica ansiosa para tocar as rugas do velho homem.
Ela toca o rosto do vovô e fica ainda mais intrigada.
Finalmente ela pergunta: “Vovô, foi Deus que te fez?
Sim, querida, ele me fez há muuuuito tempo atrás”, responde o avô.
Ah... E foi Deus que me fez também?”, pergunta a neta.
Sim, Ele fez, e não faz muito tempo”, explica seu avô.
Caramba!” – Exclama a menina – “Deus tem feito um trabalho bem melhor nos dias de hoje, não é?
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

PADRE, PRECISO MESMO DIZER ISSO?


Um idoso italiano precisava se confessar e foi de encontro a um padre.
"Diga, meu filho", disse o padre.
"Bem, no início da Segunda Guerra Mundial, uma bela mulher bateu na minha porta e pediu-me para escondê-la dos alemães, eu a escondi no meu sótão e eles nunca a encontraram."
"Isso é maravilhoso, meu filho, não há nada do que você precise se arrepender", disse o padre.
"Não termina por aí, padre. Fui fraco! Eu pedi à mulher que pagasse pelo sótão com favores sexuais e ela aceitou", continuou o homem.
"Bem, foi um momento muito difícil, e você assumiu um grande risco! Você teria sofrido terrivelmente nas mãos dos alemães se tivessem encontrado a mulher que você escondia. Eu sei que Deus, com sua sabedoria e misericórdia, equilibrará o bem e o mal e lhe julgará gentilmente", disse o padre.
"Obrigado, padre", disse o homem. "Isso é uma carga em minha mente. Posso fazer outra pergunta?"
"Claro, meu filho", disse o padre.
O idoso perguntou: "Eu preciso dizer à mulher que a guerra acabou?"
Fonte: Disponível na home page “Tudoporemail”.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

MAPA DA INTOLERÂNCIA (3)

Por José Jackson Coelho Sampaio (*)
Exige esforço entender a confusa conjuntura financeiro-econômica, político-ideológica e psicossocial que o Brasil vive, a partir do âmago da própria confusão, daí a necessidade de debatermos o que nomeio de Modelo Intolerância, amparado em matriz mista de tipos: a) desconhecimento, insatisfação e desesperança; b) racionalização de reacionarismo e cultura autoritária; e c) produção paradoxal de intenções democrático-progressistas.
A experiência democrática brasileira é superficial e frustra, resumida a 52 anos (1945/1964, 1985/2017), antecedida, seguida e mesclada a ditaduras e golpes oligárquicos. O projeto de ascensão social do povo tem sido aleatório em ritmo e rumo. Envelhece-se, mas há grande base de jovens sem perspectivas e sumiram mitos de realização: seringal acriano, indústria paulista, transamazônicas. Sobra o marketing da modernidade líquida e do empreendedorismo individual, a exigir cultura que não temos. Então, multiplicam-se medos, inseguranças e violências reativas à opacidade.
Capitania hereditária, plantation neofeudal, senzala escravista, concentração de poder e riqueza, mito da vagabundagem inata dos subalternos, volúpia das elites nativas lincadas às elites especulativas internacionais, querem conservar o chicote da Casa-Grande, a religião como ópio, a transição direta do analfabetismo para o vício televisivo e para a babel voluntarista das redes sociais. Recentes e frágeis conquistas humanas, sociais e políticas sofrem golpes mortais. Os beneficiados, sem consciência crítica do jogo jogado, nem se movem para a defesa.
O espírito messiânico dos que lutam pela ampliação de direitos cai na ânsia crescente de conquistas, transformando-as em privilégios de setores das classes médias urbanas, sem contrapartida de deveres e ética do compromisso. Acumulam narcisisticamente, protegem os direitos adquiridos e violentam os direitos dos outros. Um grupo empoderado lincha o outro, atropelando a humanidade deste e o devido processo de defesa. Assim avança a intolerância.
(*) Professor titular em saúde pública e reitor da Uece.
Publicado. In: O Povo, Opinião, de 26/12/17. p.10.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

MECENATO CULTURAL

Pedro Henrique Saraiva Leão (*)
Duas das mais relevantes academias culturais do Ceará reuniram-se na Casa de Thomaz Pompeu (Academia Cearense de Letras, 18/8/17) para homenagear um dos seus paladinos. O jornalista, advogado, bibliófilo, escritor e gentil homem, Antônio de Pádua Lopes sagrava-se Sócio Benemérito da Cultura, assim reconhecido por nossa congênere Academia Fortalezense de Letras. “Cultura” — aproposita-se-me neste azo relembrar — perfaz o conjunto de ideias e costumes característicos do sentimento e da linguagem de um povo. É adquirida por intuição, adoção ou herança intelectual, biossocial. “Educação” é o conhecimento ministrado nas escolas e universidades. Estas duas invejáveis prendas possui discretamente o homenageado de hoje.
O Brasil, país continental, de colonização heterogênea, ostenta variadas culturas, mas irrelevante educação. Lê-se pouco aqui, apenas quase dois livros/ano, para uma média mundial de 8-10 títulos anuais. Garantindo a propagação da Cultura, louvemos seus propugnadores, desde a Roma imperial. Entre esses sobressaiu Caio Mecenas, no século I a.C., como incentivador cultural, patrocinando artistas desde então famosos como Leonardo da Vinci, Boticelli, Michelangelo e tantos outros do Renascimento na Europa, nos séculos XV e XVI.
No Brasil, a preocupação governamental com a cultura surgiu em 1986 (Lei Sarney), tendo como incentivo determinada renúncia fiscal. Contudo, escândalos e desvios de verbas culminaram com sua extinção em 1990. Surgiu então a Lei Rouanet, já carecendo ser escoimada de nefandas distorções. No Ceará, berço esplêndido da primeiríssima academia de Letras no Brasil (8/1894), passou o vigorar, em 1995, a Lei Jereissati, graças a esse governador hoje Sócio Benemérito e principal mecenas desta Casa. Como reconhecimento, em 10/5/2010, então presidente da Academia Cearense de Letras, tive o prazer de conceder-lhe a Medalha Cláudio Martins, por mim criada.
Ainda no capítulo da Educação e do fomento cultural, louvores deem-se a todo momento ao profícuo timoneiro da Unifor, chanceler Airton Queiroz, a quem ofertamos a Medalha Barão de Studart, em 5/XI/2012. Loas especiais entoemos também ao insigne industrial Ivens Dias Branco, por igual e mesmas razões aqui reverenciado recentemente. Estes fatos históricos merecem evocados, acreditando-se ser “a recordação (...) uma rebelião, contra o esquecimento, que é uma lei”, como lapidarmente declarou o poeta, jornalista e diplomata mexicano Amado Ruiz de Nervo.
Àquela noite, além das lâmpadas do teto, iluminava o salão nobre uma estrela de primeira grandeza: Pádua Lopes. Homem bom, clarividente, exibindo virtudes do santo homônimo; modesto, mas de alto coturno intelectual, Antônio de Pádua Lopes sempre soube ser a cultura “qual palmeira cujas páginas oscilam à mercê do sopro de quem as dedilha”; e para tanto valem os seus pulmões! Relendo seu primeiro e precioso romance, Safira Não é Flor (Ed. Expressão Gráfica. Fortaleza, 2016), acompanhei à distância sua fé (regrinação cultural pelos sítios sagradas da Itália, aquela “Italie de l’âme”, da alma, como disse um crítico francês referindo-se a Shakespeare). Estasiamo-nos novamente ante aquelas obras imortais e silenciamos, contritos, à sombra do Domo de Brunelleschi.
Prezadíssimo Pádua Lopes: a senhora Fernanda Quinderé, mui gentil presidente da Academia Fortalezense de Letras, concedeu-me a honra de proferir estas “paucas pallabris” em vosso encantamento, ao tempo em que vos releva com a medalha Martins Filho. Ressalte-se ter sido este singular troféu mandado moldar — pela Academia Fortalezense de Letras — para enaltecer o nome desse magnífico educador, campeão dos curadores da Educação superior no nosso Estado. Pádua Lopes junta-se a Lúcio Alcântara e Tales Cavalcante, previamente assim agraciados. Recebei, destarte, nossos parabéns. Estamos particularmente felizes por compartilhar a vossa alegria!
(*) Professor Emérito da UFC. Titular das Academias Cearense de Letras, de Medicina e de Médicos Escritores.
Fonte: O Povo, 8/11/2017. Opinião, p.14.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

LAVA-JATO OU DESCULPE QUALQUER COISA

Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Dizem alguns estudiosos dos costumes luso-brasileiros, principalmente no Sertão Nordestino e na região de Belmonte Norte em Portugal, onde a expressão “desculpe qualquer coisa” é mais empregada, ser esse um costume motivado pela grande concentração de judeus e cristãos-novos em Portugal, sendo essa forma de despedida um resquício da perseguição do temido Tribunal do Santo Ofício, que aceitava denúncias anônimas e todos precisavam estar atentos para falsas denúncias inquisitórias.
A Inquisição foi instituída em 1232 pelo papa Gregório IX e vigorou até 1859. Foi a perseguição antissemítica de maior duração da história: durou seis séculos.
Decretada a conversão ou a expulsão dos descendentes hebreus do Reino, uma multidão se acotovelava no cais do porto de Lisboa, pois os expulsos não desejavam ser batizados a força.
Os navios que tocavam os ancoradouros lisboetas não davam vazão à multidão que ficou a ver os navios passarem sem neles poderem entrar. Mesmo assim, houve um batismo coletivo com água benta armazenada em tonéis trazidos por carroças e aspergida sobre o povaréu de judeus, pavimentando a estrada que os levaria diretamente às fogueiras do Tribunal do Santo Oficio já que passavam a ser, após o “batismo”, cristãos-novos, sujeitos à jurisdição direta do Inquisidor Mor.
A distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos, no entanto, foi revogada pelo Marquês de Pombal em 1773, antecipando em quase 90 anos a desativação formal do Santo Ofício pelo Vaticano. Hoje, convivemos com a lava-jato e com a corrupção.
O medo era grande! Até entre os pobres artesãos. Portanto, como descendente de judeu, e, nessa contemporaneidade, não serei eu o suplicante ao leitor do DESCULPE QUALQUER COISA...
Outrossim, dá para imaginar o medo do denuncismo, das gravações, dos indiciamentos da nossa classe política e de outros em Brasília e em todo o Brasil (salvo as exceções de praxe)! E, os denunciados, não têm como alegar um "desculpa qualquer coisa!"
Lembrem-se de que quando a História se repete, pode virar uma grande farsa. Não há que haver "desculpas para justificar quaisquer manobras políticas", não pela lava–jato, mas pelo denuncismo e as fofocas que estão agitando a sociedade, mais do que seria desejável. Há que haver, sim, mais e mais lisura, mais e mais veemência, que corrobore com as leis existentes e sua aplicação ipsis litteris, sem quaisquer desmembramentos.
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

LUTO NA MEDICINA CEARENSE PELO FALECIMENTO DO DR. AGUIAR RAMOS


É com pesar que registro a morte do Dr. José de Aguiar Ramos, membro honorário da Academia Cearense de Medicina (ACM), da qual estava afastado do quadro de titulares por problemas de saúde, ocorrida hoje, em Fortaleza, dia 25 de dezembro de 2017.
Dr. Aguiar Ramos, quando menino residiu no bairro Otávio Bonfim, tendo estudado com o meu pai, Prof. Luiz Carlos da Silva, no Instituto Pe. Anchieta, e na sua adolescência vivenciou os chamados “Anos Dourados do Otávio Bonfim”, à época do Frei Teodoro, ofm.
Por diversas vezes, recebi dele palavras elogiosas aos nossos feitos, isso em parte pela conhecida generosidade com que ele aquinhoava seus colegas mais jovens, incitando-nos a trilhar o bom exercício profissional.
Ele foi mestre de tantos cirurgiões que sorveram seus ensinamentos na Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza, formando uma plêiade de oncologistas cearenses.
O seu corpo está sendo velado no Jardim Metropolitano, e após a missa, marcada para as 9 horas de 26/12/17, será cremado nessa necrópole.
Para perpetuar a memória desse insigne médico, lanço mão da reprodução de parte do discurso de posse do Ac. Huygens Garcia, pronunciado ao tomar posse na cadeira que teve o dr. Aguiar Ramos como ocupante derradeiro.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Acadêmico Titular da cad. 18 da ACM

JOSÉ DE AGUIAR RAMOS
Por José Huygens Parente Garcia
O último ocupante da cadeira 13 foi o Dr. José de Aguiar Ramos. Às 15h do dia 14 de janeiro, liguei para a residência do Dr. Aguiar, que, de imediato, aceitou em me receber. Quando cheguei na Rua Barbosa de Freitas, 1777, me deparei, na calçada, à minha espera, com a figura simpática do Dr. Aguiar Ramos. Sentamos na varanda e conversamos por mais de 3 horas, onde tive o prazer de conhecer um pouco de sua história. Incrível como Dr. Aguiar, de forma alegre e bem-humorada, relatou de forma cronológica, datas e fatos importantes que marcaram a sua rica trajetória profissional. Como se tudo estivesse programado, quando já tínhamos conversado sobre todos os temas por mim selecionados, eis que surge de repente, sua esposa, a Dra. Valdite Walter de Aguiar. Outras informações foram acrescentadas e, nessa ocasião, foi, mais uma vez, confirmado que “por trás de um grande homem, sempre há uma grande mulher”.
José de Aguiar Ramos nasceu em Sobral no dia 29 de julho de 1931. Concluiu Medicina na Universidade Federal do Ceará em 1959, e como relatou, havia se preparado para trabalhar no interior do estado. Havia propostas de trabalho em Senador Pompeu, Camocim e São Benedito. Dr. Aguiar escolheu São Benedito pela beleza, natureza e clima da serra de Ibiapaba. Provavelmente, o que mais influenciou, foi o convite do Dr. Chagas Oliveira. Dr. Aguiar encontrou uma cidade sem saneamento básico, mas com todas as dificuldades, inaugurou a primeira maternidade de São Benedito.
Em 1961, a convite do Dr. Roberto Cabral, retornou a Fortaleza e o destino foi a Santa Casa, precisamente no Serviço de Câncer. Aí começaria toda a carreira vitoriosa do nosso acadêmico, consolidada com o estágio, em 1962, no Hospital A. C. Camargo de São Paulo, então dirigido pelo grande cearense Fernando Gentil.
Como queria exercer uma medicina generalista, aceitou convite do Dr. Galba Araújo para um estágio no exterior. Dr. Aguiar Ramos foi certificado pela Johns Hopkins University – Baltimore – Maryland – EUA, pelo treinamento em princípios de cuidados de saúde da família, em 1980.
Dr. Aguiar Ramos foi Superintendente do Instituto Dr. José Frota e, como ele faz questão de lembrar, escolhido pelos próprios colegas. Exerceu o importante cargo de Secretário de Saúde de Fortaleza na gestão do prefeito Evandro Aires de Moura. Foi ainda presidente do Centro Médico Cearense em 1982.
Vencedor do concurso de monografias do Conselho Regional de Medicina do Ceará em 1998, recebendo o prêmio Prof. Dalgimar Beserra de Menezes, pelo trabalho intitulado “O médico e a política”.
Dr. Aguiar exerceu suas atividades médicas na Santa Casa de Fortaleza, no Hospital Geral de Fortaleza e na Casa de Saúde São Raimundo. Como reconhecimento a sua ação humanística, sempre atendendo com carinho os pacientes menos favorecidos, recebeu uma medalha comemorativa dos 150 anos da fundação da Santa Casa.
Pela sua postura ética, recebeu o diploma ético-profissional do Conselho Regional de Medicina do Ceará, em 2009. Continuando a lista enorme de homenagens, Dr. Aguiar Ramos foi homenageado, por ocasião de sua aposentadoria, pelo HGF e também pala Maternidade Escola Assis Chateaubriand. Na Faculdade de Medicina, mesmo sem pertencer ao quadro docente, ficou imortalizado pela turma de 1982.2 que recebeu o nome “Turma Dr. José de Aguiar Ramos”. Como enfatizou várias vezes durante o nosso encontro, Dr. Aguiar Ramos tinha prazer em atuar amplamente na cirurgia geral e oncológica, realizado procedimentos que envolviam múltiplos órgãos e vísceras. Chegou a citar seu filho, médico cirurgião, Paulo Aguiar, renomado mastologista da nossa cidade, mas que operava somente mama! E também oftalmologistas que operavam somente a retina. Realmente é muito pouco para quem exerceu medicina da família. Obstetrícia, cirurgia geral e oncologia.
Dr. Aguiar Ramos completou 55 anos de casado com sua colega de turma, Valdite Walter de Aguiar. Inicialmente, a Dra. Valdite atuou como anestesiologista. Após a chegada dos filhos, com o objetivo de ter mais tempo para educá-los, passou a exercer a especialidade de pediatria. Dessa união, nasceram cinco filhos: Ricardo Wagner (médico), Fernando Antônio (psicólogo), Érika Elisa (médica anestesiologista, esposa do cirurgião vascular Wellington Forte), Paulo Henrique (mastologista) e Andrea Sílvia (odontóloga e professora da Faculdade de Odontologia da UFC). A família Aguiar Ramos cresceu com a chegada de nove netos.
Hoje, aos 84 anos, lúcido e sempre de bem com a vida, Dr. Aguiar Ramos, em agradável conversa nos jardins de sua casa, relembrou algumas frases memoráveis. Citando Wiliam Osler: “Medicina não é comércio, pois utiliza simultaneamente o cérebro e o coração”. Ou de sua autoria quando indaguei qual era o conselho que daria aos jovens médicos: pensem sempre no doente, pois com medicina não se enriquece. E aí, não resisti! Fiz uma pergunta que todo cirurgião deseja saber a resposta mais adequada: Quando um cirurgião deve parar de operar? E Dr. Aguiar Ramos respondeu na ponta da língua: “Quando o cirurgião ficar irritado no campo cirúrgico, culpando os auxiliares, o anestesiologista ou até mesmo a instrumentador.
Esse é o ilustre Dr. José de Aguiar Ramos! Ë uma tarefa hercúlea substituí-lo nessa Academia.
* Extraído do discurso de posse do Acadêmico José Huygens Parente Garcia, como membro titular da cadeira 13 da Academia Cearense de Medicina (ACM), pronunciado no Auditório da Reitoria da UFC, em 23/01/2014, e publicado no volume 17 dos Anais da ACM (p.238-40).

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Ceia de Natal: peru X galo


Fonte: Circulando por e-mail (internet). Charge sem autoria explícita.

NATAL: Deus nos surpreende

Por Pe. Eugênio Pacelli (*)
O Deus de Jesus sempre nos surpreende. Ele nos remete ao interior da Gruta de Belém onde seu mistério se faz visível e revela o sentido do verdadeiro natal. Na Gruta de Belém, tudo foi alcançado pelo amor encarnado de Deus. Belém é Deus que entra em nossa própria casa. Deus se humanizou e nos divinizou.

O que encontramos no interior da gruta? Encontramos uma família alegre com o nascimento de uma criança. Deus veio ao mundo por meio de uma família. Nela se mostra, nos visita e salva. A família é um “sonho de Deus”. Deus não é solidão, Deus é família e se encontra na família. Talvez por isso, Natal seja a festa que toca o coração das famílias.
Encontraremos uma criança. Em Belém, Deus se mostra criança. Esse menino é Deus-conosco, feito um de nós. Um Deus menino que não infunde medo, não um deus juiz severo, cruel e distante. Um Deus menino que torna visível a misericórdia, o amor e a proximidade. Este menino é a salvação prometida, sonhada e agora realizada no meio de nós. O Deus cristão não é um mito nem um livro, mas Palavra encarnada. A Palavra pode ser vista, porque se fez carne.
Para entrar na Gruta, é imprescindível o silêncio. No silêncio da Gruta de Belém, somos pacificados de nossas ansiedades e agitações de fazer mais e de conseguir mais, de nossa sede de poder e vaidades. O silêncio da gruta nos revela o essencial e faz brotar em nós o desejo profundo de sermos mais fraternos e solidários. Diante do menino deitado no presépio, brotará em nós um desejo profundo de sermos mais humanos. A contemplar cada ser humano nesse lugar ainda não profanado, o lugar de sua infância e de sua paz.
Hoje a gruta é tua família. Reuni, portanto, tua família e descobre a Divindade que se humanizou nos gestos de aconchego, solidariedade, amor, paz e fé. Neste Natal, deixe-se envolver pelas surpresas do Deus feito criança. Feliz Natal!
(*) Sacerdote; diretor pastoral do Colégio Santo Inácio.
Fonte: O Povo, de 23/12/2017. Opinião. p.8.

O MILAGRE DO NATAL


Por Pe. Reginaldo Manzotti (*)

Amado povo de Deus, mais uma vez somos agraciados por meio da liturgia da Igreja com um tempo especial de vivência em preparação para o Natal. Natal é o grande momento da paz em que, em torno do recém-nascido, o divino (anjos) e o humano (Maria, José e os pastores), céu e terra, se unem num silêncio adorador.
Celebremos santamente o Natal, tenhamos no coração aquilo que é essencial, o amor, a amizade, o perdão e a reconciliação. Quando estivermos festejando com nossos familiares e amigos, não nos esqueçamos da oração. Silenciemos nosso interior e não nos esqueçamos do aniversariante, Ele é o centro de nossa vida. É a luz que ilumina toda a treva.
Lembremo-nos dos que sofrem ou estão na solidão. Se pudermos, troquemos presentes lembrando o que escreveu o papa Emérito Bento XVI: “Em todos os presentes de Natal deveria viver algo da dádiva primordial, Jesus Cristo, daquele gesto do amor de Deus que em última análise não poderia e não queria dar menos do que a si mesmo. Pouco interessa se um presente é caro ou barato; quem não é capaz de dar com ele uma parte de si mesmo, sempre deu de menos”.
Porque o maior presente que poderíamos receber o céu nos deu, na Noite Santa, Deus deu-se a si mesmo nascendo como uma frágil criança. Deus assumiu nossa humanidade para nos dar sua divindade.
Existem alguns símbolos natalinos que nos ajudam a celebrar e a festejar o Natal:
A Coroa do Advento: Sua forma de círculo que simboliza a eternidade, a cor verde representa a esperança e a vida. No primeiro Domingo do Advento, acende-se uma vela; no segundo, acendem-se duas; no terceiro, três; e no quarto, quatro velas. Assim, com a aproximação do Natal, aumenta a luz na coroa.
Árvore de Natal: O pinheirinho de Natal representa a vida. Diz a lenda que o pinheiro foi escolhido, devido à sua forma triangular onde se representa a Santíssima Trindade. O pinheiro é a única árvore que não perde as suas folhas, seja qual for a época do ano.
Presépio: É a reprodução do cenário onde Cristo nasceu, com a manjedoura, Jesus, Maria e José, os animais, pastores e os três reis magos. Mesmo que você não tenha um presépio completo, é importante que prepare pelo menos uma manjedoura com a imagem do Menino Jesus. Ele é o aniversariante.
Estrela: A estrela de Belém que, serviu de guia para os três reis magos até Belém, é também o símbolo de Cristo – Luz do Mundo.
Anjo: Representa Gabriel, o anjo da Anunciação.
Os sinos de Natal: Seu toque simboliza alegria e júbilo pelo nascimento do Deus Menino.
(*) Fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR).
Fonte: O Povo, de 4/12/2017. Opinião. p.23.

domingo, 24 de dezembro de 2017

NATAL: peru X galo


Fonte: Circulando por e-mail (internet). Charge sem autoria explícita, divulgada por blog criticosweb.

DOM ALOÍSIO LORSCHEIDER: um pastor inesquecível

Se não tivesse sido traído por uma doença, teria tido grandes chances de ter sido o 1º Papa Latino-americano.
Há dez anos, nesta data, morria o cardeal Aloísio Lorscheider, arcebispo de Fortaleza de 1973 a 1995. Quase véspera de Natal, a notícia ameaçava enlutar uma das festas mais simbólicas do calendário cristão. No entanto, como ressaltou O POVO, na ocasião - neste mesmo espaço -, acabou significando a apoteose espiritual do velho e querido pastor, tornando-se seu dies natalis (dia do nascimento) na vida eterna, conforme a crença cristã que ele tão coerentemente professara e dera sentido à sua vida.
A comunidade de crentes e não crentes de Fortaleza aprendera a ver nele um referencial de fé e humildade cristãs, mas também de coragem cidadã. Pois liderou a Arquidiocese de Fortaleza no momento mais agudo do colapso da democracia brasileira, quando a intolerância e a perseguição do regime ditatorial não poupavam o menor pensamento crítico. A Igreja Católica teve logo de se posicionar diante do desatino do regime militar, que tornara rotineira a suspeição sobre seu próprio trabalho pastoral.
Dom Aloísio era visto com desconfiança pela ditadura e chegou a sofrer atentados à sua residência, depois que voltou sua atenção para os movimentos sociais, acolhendo seus pedidos de intermediação junto às esferas do poder. Aos aflitos, dava uma palavra de ânimo e esperança. Atitude que se estendeu à defesa dos direitos humanos das populações carentes e mesmo dos presos políticos e dos encarcerados comuns. Lutou contra a tortura e defendeu a democracia participativa.
Foi elevado às mais altas distinções da hierarquia eclesiástica, não só em nível nacional, mas mundial, tendo sido secretário-geral e presidente da CNBB; presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), presidente da Caritas Internacional e presidente do Sínodo Mundial dos Bispos. Mesmo sem Fortaleza ser sede cardinalícia, foi nomeado cardeal pelo papa Paulo VI e chegou a ser votado no conclave que elegeu seu sucessor (o próprio papa João Paulo I revelou, publicamente, que votara nele).
Se não tivesse sido traído por uma doença coronária, teria tido grandes possibilidades de ter sido o primeiro papa latino-americano, antecipando a simplicidade e o despojamento de Francisco, no seguimento ao “poverello” de Assis, pois já era franciscano de hábito e na doação amorosa e solidária aos desvalidos.
Fonte: O Povo, de 23/12/2017. Opinião. Editorial. p.8.

O legado de dom Aloísio Lorscheider, o brasileiro que quase foi papa

Por LUANA SEVERO, jornalista de O Povo

Aloísio Lorscheider foi defensor da democracia e chegou a enfrentar perseguições durante o Regime Militar (Foto Edimar Soares 10/10/2006)
 Dez anos se passaram desde a morte de dom Aloísio Lorscheider, arcebispo de Fortaleza entre 1973 e 1995, o primeiro brasileiro cotado para ser papa. O religioso teve parte da trajetória contada em manchetes de jornal
Quando menino do campo, no Rio Grande do Sul, Leo — que, futuramente, seria dom Aloísio Lorscheider — contava que seu maior medo era ser condenado ao inferno. Há exatos dez anos, em 23 de dezembro de 2007, ele encarou a passagem para o outro plano. Mas, pouco tempo antes disso, menos angustiado depois de uma intensa trajetória dedicada ao catolicismo, a respeito do que seria seu último destino, disse: “Estou preparado. Sou curioso, quero ver o outro mundo. Viver face a face com Deus será, sem dúvida, diferente”.
Primeiro brasileiro cotado para ser papa, dom Aloísio foi arcebispo de Fortaleza entre 1973 e 1995, até se mudar para São Paulo e, depois, de volta para o Sul. Seus 22 anos de experiência na Capital renderam manchete nos jornais locais desde que chegou ao aeroporto, vindo transferido de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, onde assumiu o cargo de arcebispo pela primeira vez. Naquele dia, ao público entusiasmado que o esperava desembarcar do avião, ele adiantou, com a humildade de sua formação franciscana: “Vim para servir, não para ser servido”.
“Estou preparado. Sou curioso, quero ver o outro mundo. Viver face a face com deus será, sem dúvida, diferente" Dom Aloísio Lorscheider, pouco antes de morrer
Uma das suas primeiras contribuições, logo que assumiu a arquidiocese, foi reunir esforços para a conclusão da obra da Catedral Metropolitana, no Centro, que, até então, se arrastava há 34 anos — o templo começou a ser erguido em 1939 e foi inaugurado em 1978. Como o gaúcho já havia assumido empreitada semelhante em Santo Ângelo, logo ficou conhecido nacionalmente como “o bispo das catedrais inacabadas”.
Trabalho social
Outra urgência sentida por ele foi a de cuidar de quem vivia em extrema pobreza. A literatura conta que sua primeira obra social na Capital foi a campanha “Mensageiro da Fraternidade”. Numa kombi que circulava pelos bairros, pedia roupas e objetos em desuso. E, do alto-falante do automóvel, emitia: “O que sobra na sua casa está faltando na casa do seu irmão”. Além disso, a bordo de um fusca dirigido por ele mesmo, fazia questão de conhecer pessoalmente a vida das pessoas — independentemente se elas morassem na Capital, no Interior ou numa unidade presidiária.
Perseguição política
Defensor da democracia, dom Aloísio enfrentou perseguições durante o Regime Militar. Antes mesmo de chegar a Fortaleza, investigado por envolvimento com células comunistas porque pregava consciência política e igualdade entre os homens, foi preso em 1969 no que narrava ter sido o momento mais angustiante de sua vida. Futuramente, já na Capital, continuou a sofrer fortes intimidações como a vez em que tentaram arremessar uma bomba dentro da sua residência no anexo do Seminário da Prainha.
Relação com o Ceará
Enquanto morou em Fortaleza, o arcebispo constatou que “o cearense é um bravo”. E o povo, também, construiu uma boa relação com dom Aloísio. Tanto que, no discurso de despedida da Capital, em 1995, ele tentou abrandar os corações dos que ficaram, dizendo: “Não tenham medo, pequeno rebanho”. Futuramente, voltou à Capital somente para cuidar da saúde, que há anos estava ruim.
No novo século, distante das funções como arcebispo e de volta para os cuidados dos frades franciscanos, que ensinaram boa parte de tudo o que ele partilhou com o mundo, se ocupou em passar os meses que lhe restavam refletindo sobre a vida e sobre o que, hoje, representa a Igreja Católica. Em 2007, internado, bastante debilitado, recebia visita de parentes e amigos. Até que, às cinco horas e vinte minutos de um domingo, aos 83 anos de idade, se eternizou.
CHEGADA A FORTALEZA


Em 6 de agosto de 1973, O POVO noticiava a posse de dom Aloísio como arcebispo de Fortaleza.


80 ANOS
No dia 8 de outubro de 2004, entrevista encerrou série especial o O POVO que comemorou os 80 anos de dom Aloísio.
REBELIÃO
 
Em 15 de março de 1994, numa das visitas rotineiras ao Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS), em Aquiraz, dom Aloísio e outros religiosos foram rendidos por um grupo de presidiários. O caso foi noticiado no dia seguinte pelo O POVO. A rebelião envolveu, além dos padres, autoridades políticas, gestores do poder público e fotógrafos como João Carlos Moura, que estava a serviço do O POVO. O sequestro durou até o outro dia, quando os detentos negociaram uma fuga. Dias depois, dom Aloísio retornou ao presídio e perdoou os agressores. 
A PARTIDA
 
No dia 23 de dezembro de 2007, dom Aloísio morreu, na Santa Casa de Porto Alegre, aos 83 anos. Ele estava internado desde 28 de novembro por causa de insuficiência cardíaca. O POVO do dia seguinte contou a história.
SAIBA MAIS
Escrita por Rotsen Aguiar, da Comunidade de Deus, a coletânea Lorscheider conta a história de dom Aloísio e relata seus ensinamentos, em três volumes:
Volume 1 - Biografia. Palavras Vivas
Volume 2 - Ensinamentos Universais
Volume 3 - Traços da Alma. Devocional Bíblico Diário 
Fonte: O Povo, de 23/12/2017. Cotidiano. p.3.
 
 
 
 
 
 
 



 

sábado, 23 de dezembro de 2017

Exame de Qualificação do Mestrado em Gestão em Saúde (UECE) de Mirena Viana


Flagrante da banca com a mestranda, logo após o Exame de Qualificação da enfermeira MIRENA MARIA DE NORONHA VIANA. Mirena está ladeada pelas professoras Maria Helena Lima Sousa e Regina Cláudia Furtado Maia, à esquerda, e por professor Marcelo Gurgel Carlos da Silva, à direita. (Foto cedida pela mestranda).
Aconteceu na tarde de ontem (22/12/17), na Universidade Estadual do Ceará, mais um Exame de Qualificação de Mestrado Profissional em Gestão em Saúde – MEPGES, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPSAC), da UECE.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Maria Helena Lima Sousa, Regina Cláudia Furtado Maia e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, aprovou o Projeto de Dissertação “Avaliação custo-consequência com impacto orçamentário do uso do trombolítico no serviço de atendimento móvel de urgência”, apresentada pela mestranda MIRENA MARIA DE NORONHA VIANA.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

Defesa de Dissertação em Saúde Coletiva (UECE) de Vanusa Rodrigues



Flagrante da banca com a mestranda, logo após a Defesa de Dissertação da enfermeira VANUZA COSME RODRIGUES. Vanusa está ladeada pelas professoras Maria Helena Lima Sousa e Regina Cláudia Furtado Maia, à esquerda, e por professor Marcelo Gurgel Carlos da Silva, à direita. (Foto cedida pela mestranda).
Aconteceu na tarde de ontem (22/12/17), na Universidade Estadual do Ceará, mais uma defesa de Dissertação do Mestrado Profissional em Gestão em Saúde – MEPGES, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da (PPSAC) da UECE.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Maria Helena Lima Sousa, Regina Cláudia Furtado Maia e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, aprovou o Projeto de DissertaçãoMonitoramento dos indicadores do programa de qualificação das ações de vigilância em saúde no Ceará: proposta para otimizar recursos”, apresentada pela mestranda VANUZA COSME RODRIGUES.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

Defesa de Dissertação em Saúde Coletiva (UECE) de Cleivânia Alcântara



Flagrante da banca com a mestranda, logo após a Defesa de Dissertação da farmacêutica CLEIVÂNIA CARVALHO DE OLIVEIRA ALCÂNTARA. Cleivânia está ladeada pelos professores Maria Helena Lima Sousa e Fernando José Pires de Sousa, à esquerda, e por professor Marcelo Gurgel Carlos da Silva, à direita. (Foto cedida pela mestranda).
Aconteceu na manhã de ontem (22/12/17), na Universidade Estadual do Ceará, mais uma defesa de Dissertação do Mestrado Profissional em Gestão em Saúde – MEPGES, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da (PPSAC) da UECE.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Maria Helena Lima Sousa, Fernando José Pires de Sousa e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, aprovou o Projeto de DissertaçãoAvaliação da implantação do sistema de custos em hospitais polo de atenção secundária no estado do Ceará: concepção dos gestores”, apresentada pela mestranda CLEIVÂNIA CARVALHO DE OLIVEIRA ALCÂNTARA.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

Defesa de Dissertação em Saúde Coletiva (UECE) de Izabel Janaína da Silva



Flagrante da banca com a mestranda, logo após a Defesa de Dissertação da fisioterapeuta IZABEL JANAÍNA BARBOSA DA SILVA. Izabel está ladeada pelos professores Maria Helena Lima Sousa e Fernando José Pires de Sousa, à direita, e por professor Marcelo Gurgel Carlos da Silva, à esquerda. (Foto cedida pela mestranda).
Aconteceu na manhã de ontem (22/12/17), na Universidade Estadual do Ceará, mais uma defesa de Dissertação do Mestrado Profissional em Gestão em Saúde – MEPGES, do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da (PPSAC) da UECE.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Maria Helena Lima Sousa, Fernando José Pires de Sousa e Marcelo Gurgel Carlos da Silva, aprovou o Projeto de DissertaçãoProposta de alocação eficiente de recursos estaduais para hospitais polo de atenção secundária no estado do Ceará”, apresentada pela mestranda IZABEL JANAÍNA BARBOSA DA SILVA.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Defesa de Dissertação em Saúde Coletiva (UECE) de Aline Werneck


Flagrante da banca com a mestranda, logo após a Defesa de Dissertação da médica ALINE DE FREITAS VELASCO WERNECK. Aline, segurando a sua bebê Maria Flor, está ladeada pela professora Thereza Maria Magalhães Moreira, à direita, e por professores Marcelo Gurgel Carlos da Silva e Kelly Leite Maia de Messias, à esquerda. (Foto cedida pela mestranda).
Aconteceu na tarde de ontem (21/12/17), na Universidade Estadual do Ceará, mais uma defesa de Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (PPSAC) da UECE.
A banca examinadora, composta pelos Profs. Drs. Marcelo Gurgel Carlos da Silva, Kelly Leite Maia de Messias e Thereza Maria Magalhães Moreira, aprovou o Projeto de Dissertação “Efetividade e eficiência da Estratégia de Saúde da Família na Região Metropolitana de Fortaleza – Ceará”, apresentada pela mestranda ALINE DE FREITAS VELASCO WERNECK.
Com essa conclusão, completamos 45 (quarenta e cinco) orientados de mestrado.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Professor do PPSAC-UECE
 

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