terça-feira, 26 de setembro de 2017

O QUE CHAMAMOS DE INOVAÇÃO?


Por José Jackson Coelho Sampaio (*)
Em seus milênios de história, a humanidade desenvolveu senso comum, religião, arte, filosofia e ciência, para apoiar inovações e aperfeiçoamentos em campos hoje denominados de consciência, ética, estética, técnica e política. A codificação de conhecimentos para preservar identidades e a liberdade inventiva para enfrentar novos problemas estão no cerne da história humana.
Então, o que chamamos inovação hoje em dia? O que invocamos, de modo até fetichista, pelo uso da palavra inovação? Talvez possamos, sucintamente, esboçar um quadro compreensivo, a partir da ideia de inovação como cultura, que toma forma no nascer da Ciência, em luta contra a hegemonia especulativa que esterilizava a Filosofia, ao longo dos séculos XV/XVI.
Se inovação é cultura, inscrita no DNA da Ciência, de qual inovação falamos? Um quadro didático pode nos ajudar. Imaginem as rubricas “destino”, na vertical, e “natureza”, na horizontal. Duas entradas verticais indicariam “foco no universal” e “foco no mercado”: a primeira voltada para o apoio desinteressado à humanidade, mediada por artigos e periódicos livres; a segunda voltada para negócios e empregos, mediada por proteções e patentes.
Agora observemos duas entradas horizontais indicando “soft relacional” e “hard processual”: a primeira indicando apoio às superestruturas sociais, pela evolução de dispositivos e arranjos políticos, gerenciais e organizacionais; a segunda indicando arranjos econômicos, agregação de valor e diferencial competitivo/lucrativo.
Portanto, a parte que estamos fetichizando como o todo é a inovação cujo destino é o mercado e a natureza é hard processual. Mas, lembre-se, o Parlamento é uma inovação cujo destino é a humanidade, com natureza soft processual. O que podemos fazer para aperfeiçoá-lo, mesmo contrariando corporações e corporativos? E o que podemos fazer, munidos dos dispositivos éticos, para apoiar empresas e empresários, fomentando emprego e renda, também imposto para o poder público aplicar em políticas sociais?
(*) Professor titular em saúde pública e reitor da Uece.
Publicado. In: O Povo, Opinião, de 8/8/17. p.10.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

UM ALERTA (Depressão e Suicídio entre Médicos Estagiários e Residentes)


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
As organizações nacionais (dos Estados Unidos) deverão abordar a saúde mental dos residentes e bolsistas, propondo estratégias para a educação integral, rastreio e tratamento destas nosologias psíquicas.
Nos primeiros dois meses do ano letivo 2014-2015, ocorreram dois suicídios de jovens médicos residentes, na cidade de Nova York.
Em resposta a essa ocorrência, um estagiário da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale escreveu um artigo de opinião no New York Times, destacando a ligação entre a formação médica e o isolamento, depressão e suicídio, principalmente entre os recém-formados.
Para aqueles que não sabem: suicídio entre os médicos é uma ocorrência comum. Segundo a Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio, 300 a 400 médicos cometem suicídio a cada ano, cerca de 1 médico por dia. A formação médica envolve inúmeros fatores de risco para a doença/distúrbios mentais, tais como transição de papéis, diminuição do sono, traumas, mortes, doenças, tragédias e muitos outros acontecimentos inerentes à sua vida profissional.
A “deslocalização” aumenta a sensação de isolamento e falta de apoio, e é fato berrante para esses jovens doutores e doutoras jogadas em ambulatórios onde o diabo perdeu as botas. Um conjunto de testes demonstrou que a residência médica, os estágios, e outras formas de treinamento médico, são de alto risco no que concerne a depressão e pensamentos suicidas.
Muitos programas de treinamento não têm sido capazes de identificar e fornecer tratamento, de forma sistemática, para estes residentes, bolsistas, estagiários.
As organizações nacionais americanas, como o Conselho de Avaliação da Educação Médica Superior (ACGME), tentam, sem muito sucesso, abordar a saúde mental dos residentes e bolsistas, propondo estratégias de educação integral, rastreio e tratamento.
Conferir: Matthew L. Goldman, MD, MS 1; Ravi N. Shah, MD 2; Carol A. Bernstein, MD 3 1 Departamento de Psiquiatria da Columbia University Medical Center, New York, New York 2 Instituto New York State Psychiatric, New York 3 Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York.
O que dizer dos nossos recém-formados desassistidos, jogados em locais isolados, sem orientação, sem apoio, que atendem ao programa Mais Médico para se credenciarem, no ano seguinte ao de sua formatura, a um Novo e Mais Difícil Vestibular, apenas para conseguir talvez (?), maior chance de cursar uma residência médica credenciada, obrigação imposta a eles por quem se arvorou em abrir um novo “enxame” de Escolas Médicas?
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

domingo, 24 de setembro de 2017

SILVA E BETH


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Ciúme é um estado emocional que, ao longo do tempo, vem sendo estudado por psicólogos, psiquiatras e cientistas objetivando encontrar soluções para esse cruel sentimento. Surge, com maior frequência, no relacionamento entre um homem e uma mulher. Tal comportamento ocorre, em maior escala, pela falta de confiança, pelo desejo de exclusividade e pelo binômio vaidade e inveja. As crises geradas, várias vezes, conduzem a desfechos tristes e covardes. Eis, pois, a estória ficcional de Silva e Beth. Rapaz rico, boa aparência, com curso superior, porém possuidor de temperamento instável. Já Beth, universitária, de classe média, secretária de Silva na sua empresa de informática, era uma moça bela e charmosa. Logo aconteceu um namoro apaixonado entre os dois jovens. Passaram-se alguns meses, o casal resolveu contrair núpcias. Ocorreu o enlace matrimonial, sem proporcionar satisfação à família de Silva. No entanto, viveram felizes e sonhavam com o futuro. Depois de algum tempo, as intrigas e discussões domésticas começaram a surgir. Beth, não mais suportava, saiu de casa e logo conseguiu outro amigo. O jovem entrou numa crise de depressão motivada pelo ciúme que tinha da bonita Beth. Não se conformava com a atitude de sua ex-mulher. Tentou suicídio, ingerindo muitos comprimidos de um remédio antidepressivo. Beth, arrependida, entrou em processo acelerado de desequilíbrio psíquico, chorou copiosamente pelo que aconteceu. No estilo “rodriguiano”, foi à casa de Silva, deu-lhe dois tiros mortais, e em seguida fez um disparo fatal em sua cabeça. Infelizmente, às vezes, a vida é assim.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 23/6/2017.

OPÇÃO


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Observando-se o pensamento de filósofos clássicos, neoclássicos e modernos, nota-se uma preocupação com a verdade e a existência. Por isso, muitos deles foram formadores de Escolas que serviram e ainda servem de orientação às pessoas e, principalmente, às lideranças. Apesar das controvérsias, todos buscaram formas para justificar, de acordo com suas teses e convicções, o sentido da vida, da moral, da ética, da justiça, etc. Ademais, sempre é importante entender que a política é dinâmica, conforme o Estado e Governo, já a ética é permanente. Diante desta linha de raciocínio, para reflexão do leitor, segue um poema/prosa intitulado “Opção”. Para exercer funções públicas é fundamental: pensar no povo e não no poder; defender a liberdade; cumprir as Leis; definir as diretrizes básicas; executar as políticas prioritárias; evitar a corrupção e a demagogia; fugir da fisiologia e do tráfico de influência; ouvir as verdadeiras e sinceras avaliações; desprezar os gananciosos e aduladores; buscar a paz e a justiça; aplicar com honestidade o dinheiro público; beneficiar a população e não os áulicos; estimular, com destaque, a educação; condenar qualquer discriminação; obedecer a consciência crítica; ler mais os poetas e menos os “marqueteiros”.// Será uma utopia? Espero que não. Na democracia o povo vigia. Para o bem da nação. Assim, o povo deve preservar os princípios democráticos, baseados num sistema de instituições construídas na expectativa de garantir a representatividade e a legalidade das decisões políticas. Vale lembrar Luther King; “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 16/6/2017.

sábado, 23 de setembro de 2017

Posse de Ricardo Pereira e Paulo Leitão na Academia Cearense de Medicina


A Academia Cearense de Medicina (ACM) realizou ontem à noite, dia 22/09/17, no Auditório da Reitoria da UFC, a solenidade de posse dos seus novos membros titulares: os Profs. Drs. Ricardo Pereira Silva, cardiologista e professor titular de Cardiologia da Faculdade de Medicina da UFC, e Paulo Roberto Leitão de Vasconcelos, cirurgião, nutrólogo e professor titular de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFC, como ocupantes das Cadeiras 19 e 47, respectivamente, patroneadas pelos médicos Jurandir Marães Picanço e Livino Virgínio Pinheiro. A Cadeira 19 foi anteriormente ocupada por Geraldo Wilson da Silveira Gonçalves e a 47 por João Pompeu Lopes Randal. Os novos acadêmicos foram saudados pelo Ac. Janedson Baima Bezerra.
Ac. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da ACM – Cadeira 18

CONVITE: Celebração Eucarística da SMSL - Setembro/2017


A Diretoria da SOCIEDADE MÉDICA SÃO LUCAS (SMSL) convida a todos para participarem da Celebração Eucarística do mês de SETEMBRO/2017, que será realizada HOJE (23/09/2017), às 18h30min, na Igreja de N. Sra. das Graças, do Hospital Geral do Exército, situado na Av. Des. Moreira, 1.500 – Aldeota, Fortaleza-CE.
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!
MUITO OBRIGADO!
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Da Sociedade Médica São Lucas

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

POSSE DE NOVOS TITULARES DA ACADEMIA CEARENSE DE MEDICINA


A Academia Cearense de Medicina realizará, nesta sexta-feira, dia 22/09/17, a solenidade de posse dos seus novos membros titulares: os professores doutores Paulo Roberto Leitão de Vasconcelos, médico especialista em cirurgia e metabologia , e Ricardo Pereira da Silva, médico especialista em cardiologia.
O evento terá lugar no Auditório da Reitoria da UFC, às 20 horas.
Os novéis acadêmicos serão saudados pelo Ac. Janedson Baima Bezerra.
Ac. Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Membro titular da ACM – Cadeira 18

O CAUSO DO ZÉ


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
Minhas campanhas políticas para Deputado Federal, foram difíceis e pobres. A equipe de trabalho era constituída pelo gordo motorista Vandir, apelidado de sargento Garcia, e o assessor de “marketing” “para assuntos aleatórios”, Zé Limeira. Este, filho de Quixadá, ex-chefe dos engraxates do antigo Abrigo Central, era conhecido no Ceará por ser apaixonado torcedor do Ferroviário (Ferrim). Zé não sabia ler e nem escrever, porém fez dois livros. O primeiro foi prefaciado por sua amiga, a imortal Rachel de Queiroz, e o outro tive a honra de fazer a apresentação. Pois bem, percorríamos por terra, numa D-20, várias sedes dos municípios do Estado, inclusive muitos povoados. Nossa propaganda eleitoral: santinhos com a oração de São Francisco, de um lado, e do outro a figura do “Padim Ciço”. Além, evidente, de mencionar o que fiz e ainda pretendia fazer pelo povo cearense. Quando o cansaço chegava dormíamos na camionete. Essa luta desigual começava em julho do ano da eleição. Zé Limeira era o grande incentivador. Conquistávamos votos no corpo a corpo, como se dizia, visitando mercados públicos, praças, estabelecimentos comerciais, forrós, quermesses, etc. Campanhas duras, mas honestas. Certa vez, chegamos a um povoado de um município do Sertão Central. Estava em festa. Era época da novena do padroeiro. Fomos participar do bingo de uma porca. Zé Limeira muito entusiasmado teve sorte e “bingou”. Foi buscar o prêmio e lhe entregaram uma porca de bicicleta. Danou-se, fez uma grande confusão. Conclusão: na eleição passada eu havia conseguido 188 votos naquele povoado e na seguinte 26 votos.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 9/6/2017.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

CONVITE: Homenagem Póstuma da Academia Cearense de Letras


O Presidente da Academia Cearense de Letras, Dr. Ubiratan Diniz de Aguiar, convida para a Solenidade em Homenagem Póstuma aos seus acadêmicos centenários: Itamar Espíndola. José Rebouças Macambira, Mozart Soriano Aderaldo e Newton Teófilo Gonçalves.
A memória dos acadêmicos centenários será reverenciada pelo imortal e atual Príncipe dos Poetas Cearenses, o Prof. José Linhares Filho.
Data: 21 de setembro de 2017 (quinta-feira).
Horário: 19 horas.
Local: Academia Cearense de Letras – Rua do Rosário, 1 – Centro - Fortaleza.
Traje: Passeio completo

 

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

CONVITE: Lançamento do livro “O Grande Novo Nordeste de Virgílio Távora”


O Presidente do Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico), Lúcio Alcântara, convida para o lançamento do livro “O Grande Novo Nordeste de Virgílio Távora”, de autoria do Prof. Pedro Sisnando Leite, sócio do Instituto do Ceará, e editado pela Gráfica do Senado Federal.
Na ocasião serão distribuídos exemplares autografados dessa obra.
Data: 20 de setembro de 2017 (quarta-feira).
Horário: 15h30min.
Local: Instituto do Ceará – Rua Barão do Rio Branco, 1.594 – Praça do Carmo, em Fortaleza-CE.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Médico Dalgimar Beserra de Menezes recebe título de Professor Emérito


O professor mais homenageado pelas turmas da Faculdade de Medicina recebeu, na noite de quinta-feira (14/9/17), no auditório da Reitoria, a mais importante comenda institucional da Universidade Federal do Ceará. O médico patologista e docente Dalgimar Beserra de Menezes é o mais novo Professor Emérito da UFC, título concedido em solenidade que ficou marcada pela irreverência típica do homenageado.
Dalgimarzinho da Gangorra”, como é carinhosamente chamado pelos amigos – apelido em alusão ao distrito de Gangorra, em Itapipoca, onde nasceu – dedicou mais de 40 anos ao ensino médico e à Universidade, mas diz não se considerar um "cientista".
Trabalhei muito com ciência. Mas o que fiz muito foi dar aula. Tenho, talvez, um único mérito, o da disponibilidade de tempo inteiro para os estudantes, o do compromisso com a atividade de ensino até as últimas consequências”, afirmou em seu discurso.
A docência começou a ser exercida desde a época de estudante, quando decidiu dar aulas de inglês no cursinho pré-vestibular XII de Maio, da Faculdade de Medicina, ainda hoje existente.
Ao longo de sua vida acadêmica, sobretudo a partir de 1970, quando foi admitido como professor do Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFC, produziu 106 artigos publicados em periódicos científicos; 40 capítulos de livros publicados; 175 textos em jornais. Tem 109 trabalhos técnicos e 787 produções técnicas diversas, dentre outros feitos. Poeta, possui, ainda, uma centena de inserções literárias, artísticas e culturais.
Reitero, em nenhum momento desempenhei o papel de cientista institucional, embora tenha participado de numerosas pesquisas, com todo o gosto e prazer. Esse modo de ser foi compreendido plenamente pela penúltima turma de Medicina para a qual dei aula, em 2016, que me firmou o diagnóstico de semiautista”, brincou, arrancando risos da plateia.
O Prof. Dalgimar ajudou a fundar o Serviço de Verificação de Óbitos, emprestando seus talentos às autoridades sanitárias, nomeadamente na grande epidemia de dengue, de 1994. Aposentado em 2012, continuou sua batalha na Faculdade de Medicina, no Hospital Geral de Fortaleza e no Conselho Regional de Medicina, onde ocupou diversos cargos, ao longo de 35 anos.
SAUDAÇÕES A solenidade de entrega do título foi conduzida pelo vice-reitor em exercício da Reitoria, Prof. Custódio Almeida. “Dalgimar se constitui, de fato, em modelo para quantos abraçam o ensino superior. É isso o que, na essência, o torna Emérito. O honroso título é concedido àqueles mestres que atingiram alto grau de projeção no exercício da atividade acadêmica. Daí o motivo pelo qual a insígnia reluz com tanto brilho no peito do Prof. Dalgimar”, afirmou o vice-reitor.
O homenageado foi saudado pelo vice-diretor da Faculdade de Medicina e amigo, Prof. Francisco das Chagas de Medeiros. “Este é um reconhecimento da Universidade à contribuição especial que o professor deu e continuará a dar”, disse o docente, que aproveitou seu discurso para destacar algumas marcas da personalidade do amigo.
DISCURSO POLÍTICO Militante político, o Prof. Dalgimar fez parte, “clandestinamente”, segundo ele, de partidos como PCB e PCdoB, não se tendo filiado. Reforçando sua defesa por justiça social, ele encerrou a cerimônia em tom político.
Sempre fiz política, sempre conspirei e muito, e eventualmente cometi erros graves. Vou continuar a fazer política, sempre relacionada, espero, à justiça social, aos direitos humanos, à defesa da diversidade humana, à construção de um Estado de bem-estar social”.
A homenagem foi prestigiada por autoridades universitárias, pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado, Inácio Arruda, por ex-gestores da Saúde do Estado, como o ex-secretário Anastácio Queiroz, dentre outras personalidades.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da UFC, em 15/09/17.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

EDUCAÇÃO


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
A educação deve ser proporcionada a todos por ser um direito e uma condição para o pleno desenvolvimento da pessoa humana. Além de constituir um direito, também é um dos principais fatores, senão o mais importante, do desenvolvimento dos países. É fundamental que as nações entendam, em primeiro lugar, que a educação não é um gasto, porém um investimento. Em segundo lugar, é um investimento de longo prazo que deve expressar o compromisso de gerações e ser elevado a um projeto do Estado Democrático, para além das divergências partidárias, ou seja, a educação não deve ser um programa de Governo, mas de Estado. Ademais, deve-se buscar a articulação dos diversos segmentos da sociedade. Há uma evidente correlação entre os níveis educacionais, cognitivos e comportamentais, das populações e o desenvolvimento dos países. E, neste contexto, a educação já não é um meio de atingi-lo, mas um elemento dele constitutivo. Este entendimento levou à adoção da educação como um dos fatores na construção do conhecido IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, que tem orientado as políticas públicas em vários países, sendo importante indicador de avaliação de seus acertos ou insuficiências. Resta, pois, o passo mais difícil – transformar a retórica em ações concretas e priorizar os investimentos na educação, nas múltiplas dimensões do acesso, equidade e qualidade. Eis o caminho do desenvolvimento equilibrado, democrático, justo, com distribuição de renda e participação de todos na riqueza das nações – o verdadeiro desenvolvimento humano.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 2/6/2017.

domingo, 17 de setembro de 2017

ACONTECEU NO SHOW DO U2 EM PORTUGAL


Num concerto da Banda U2 em Lisboa, Portugal, o vocalista Bono pediu silêncio ao público e depois começou a bater palmas, no ritmo da música que os colegas de banda tocavam. Ele foi batendo palmas... a música ficando cada vez mais suave...
Então ele olhou para os músicos e eles também silenciaram. Só as palmas ritmadas do Bono ecoavam pelo estádio lotado. Ele foi se movimentando até o microfone e olhando para as pessoas, todas quietas... Então disse, num tom sério:
- Eu quero que vocês pensem nisso... A cada batida de minhas mãos, uma criança morre na África!
Então ouviu-se a voz de um portuga das arquibancadas, em alto e bom som:
- Ó caralho, então pára de bater palmas, ó filho de uma puta!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

PREMONIÇÃO


Um homem vai ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe se ele está bem. O filho responde que está com medo porque sonhou que a tia Suzana havia morrido. O pai garante que tia Suzana está muito bem e manda-o de novo para a cama.
No dia seguinte a tia Suzana morre.
Uma semana depois, o homem volta ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo, e desta vez diz que sonhou que o avô havia morrido.
No dia seguinte o vovô morre.
Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto de seu filho para dar-lhe boa noite. O garoto está tendo outro pesadelo. Desta vez o filho responde que sonhou que o papai havia morrido... O pai garante que está muito bem e manda-o de novo para a cama.
No dia seguinte ele está apavorado. Tem certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e dirige com o maior cuidado para evitar uma colisão. Não almoça com medo de veneno; evita as pessoas, com medo de ser assassinado, tem um sobressalto a cada rua...
Ao voltar para casa, ele encontra sua esposa e diz:
- Meu Deus... Tive o pior dia de minha vida!
E ela responde, toda chorosa:
- Você acha que o seu foi pior?!?... E o meu chefe, que morreu hoje de manhã assim que chegou ao escritório!
Moral da história: Há momentos em que ser corno é um alívio e não um problema.
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

sábado, 16 de setembro de 2017

EQUÍVOCO CONFESSIONAL


Na quaresma, um padre de uma pequena cidade estava no confessionário atendendo os paroquianos, quando veio um rapaz que ele não conhecia.
Ele perguntou:
- Você não é daqui. Estás passeando?
- Não, senhor, eu sou acrobata. Trabalho no circo que está na cidade.
O padre disse que nunca tinha visto um acrobata e pediu que o rapaz fizesse uma demonstração.
Terminada a confissão, o rapaz saiu do confessionário plantando bananeira e deu uma série de cambalhotas.
Duas velhinhas que estavam na fila se olharam e uma disse pra outra:
- Vamos embora, comadre. A penitência hoje é meio complicada e eu estou sem calcinha...
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

DESEJOS NA GRAVIDEZ


A esposa grávida acorda o marido no meio da noite:
- Acorda amor! Estou desejando comer carne de urubu!
- Você tá doida? Onde eu vou achar um urubu uma hora dessa? Vai dormir, vai!!!
- Se eu não comer... nosso filho vai nascer com problema.
Passados alguns meses,  ela dá a luz um neguinho e diz:
- Eu quis comer carne de urubu e você negou... Agora olhe como nasceu o nosso filho, bem pretinho!
O marido falou o ocorrido para a mãe e perguntou?
- Como isso é possível mãe?
Ela responde:
- É possível sim! E também aconteceu comigo. Certa vez acordei de madrugada e queria comer carne de boi. Seu pai não me atendeu...
- E aí mãe?
- Nasceu você, um CHIFRUDO!!!!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

FLECHAS ERRÁTICAS


Por Affonso Taboza (*)
Não acredito que, a menos de 20 dias do fim do seu mandato, continue o dr. Janot com suas implicâncias, tentando parar o Brasil. Tarefa insana, que ele considera gloriosa. Sua obstinação cega não lhe permite ver o estrago que algumas de suas flechas de bambu podem fazer no País. Aliás, grande dano já causaram dias atrás quando ele mirou a ave errada, disparou, mas felizmente errou. Ah! se ele acerta... coitado do País! Dizem que ainda tem duas flechas à mão, destinadas ao mesmo alvo. Ainda bem que suas flechas são frágeis, são de bambu, toscas, tortas.
Caçador de pouca pontaria e alvos errados, entre dezenas de aves de rapina voando à sua frente – gaviões, abutres, corvos... – só vê uma, um michel que ele detesta. Quer abater aquele michel que lhe parece gordo e de farta plumagem. Deseja vê-lo assado no seu espeto de vara. Um troféu para mostrar à sua tribo, dançando em torno da fogueira. Só que o bicho tem o corpo fechado e usa de mil artimanhas. Dribla fácil as flechas do doutor.
Lembra-me o tempo de criança quando, aos 11 anos, tentava matar um bem-te-vi teimoso lá no sítio do meu pai, na Serra da Uruburetama. O bicho habitava um cedro alto e frondoso a cem metros da casa. Vivia lá, frescando. E eu, com minha baladeira, atirando. E errando. A cada pedra que lhe passava perto, a um ou dois palmos, o bicho se esticava e fazia menção de bicá-la, saltava para o galho vizinho e gritava um canto de desdém. Olhando pra mim! E eu me irritava. E errava de novo. O michel do dr. Janot faz o mesmo. Só que eu era uma criança, e o doutor um senhor de cabelos brancos e, supõe-se, muita experiência. Mas que faz flechas tortas, toscas, de bambu.
Na sua cegueira, o caçador nada enxerga além da carapaça de vaidade que o envolve. Não o comovem 14 milhões de desempregados e milhares de empresários falidos, esperando ansiosamente por melhoras na economia. O homem não descansa. Já atrapalhou muito, deixando o País por quase um mês de olho no vaivém de deputados sem tino e sem convicções. Ele pouco está ligando. Do alto do vistoso salário que jorra pontualmente em sua conta, talvez desdenhe, como Maria Antonieta, de quem está com fome. “Se não têm pão, comam brioches...”
Defendo a permanência de Temer até a posse do presidente a ser eleito em 2018. Não que o considere “o Cara”. É que o País não aguenta trocar de presidente todo ano! E menos ainda, ser governado por presidentes interinos a cada seis meses!
Quer um conselho, dr. Janot? O senhor acaba de alvejar três aves más. Flechas retas? Ou tortas? Cuide disso enquanto lhe resta poder, e esqueça o michel. A economia do País agradece.
(*) Coronel engenheiro reformado do Exército Brasileiro e membro do Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico do Ceará.
Fonte: O Povo, de 30/8/2017. Opinião. p.10.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

ICC CELEBRA O CENTENÁRIO DO DR. NEWTON GONÇALVES


O centenário de vida de um dos fundadores do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), se vivo fosse, será celebrado amanhã (15/09/17), com uma homenagem mais do que merecida ao Dr. Newton Teófilo Gonçalves, que foi um dos fundadores e, por anos, diretor da instituição. Ele também foi um dos cinco fundadores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC).
A solenidade será dirigida pelo presidente do ICC, o Dr. Lúcio Alcântara, e terá lugar no Auditório do sexto andar do Anexo do Instituto,
Na ocasião, o Dr. Marcelo Gurgel, coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa do ICC, falará sobre o legado médico e cultural desse eminente erudito.
Uma publicação, sob a forma de plaqueta, com fatos biográficos e depoimentos sobre o Dr. Newton Gonçalves, escritos por alguns dos seus discípulos e admiradores, será lançada e distribuída ao público presente. Estarão presentes na homenagem, dirigentes e corpo funcional do ICC, além de familiares e ex-alunos do homenageado.
Marcelo Gurgel Carlos da Silva
Médico do Instituto do Câncer do Ceará

CONVERSA ENTRE FETOS


Meraldo Zisman (*)
Médico-Psicoterapeuta
Este texto contém fragmentos de anotações, e uma conversa, entre fetos gêmeos, que escutei pouco antes de seu nascimento.
Os fetos cresceram rápido, principalmente, nos últimos três meses. De lá para cá, aumentaram suas necessidades alimentares, mas, a placenta ficou insuficiente para nutri-los. Até o morno e gostoso líquido amniótico, começara a baixar de nível. Como todos e quaisquer fetos, eles teriam que deixar o paraíso uterino. Vir ao mundo era seu destino. Ambos intuíam, desde cedo, sem saber a razão: nascer poderia ser a primeira e mais desastrosa de todas as adversidades.
No início, ainda nos estágios de ovo e embrião, a vida lhes sorria. Nove meses era tempo demais! Para que se importar? Entretanto, como tudo na vida tem sua hora, os nove meses haviam passado e, dentro em pouco, eles seriam desalojados. Foi aí, que o gêmeo maior, mais ativo e valentão confessou:
- “Sabe mano, estou com medo de nascer! Tenho pavor de saber que vou ter que nascer! O pior é que não sei como é lá fora: sofro de fobia do desconhecido!”
O outro gêmeo mais franzino, calado e circunspeto ouvia em silêncio a confissão do irmão. Apesar das dúvidas, procurou acalmá-lo e, dessa forma, diminuir seus próprios temores. E, buscando demonstrar equilíbrio, disse:
- “Não permanecemos neste útero tanto tempo, por mero acaso! Algum motivo deve haver! Começamos como ovo, passamos pela fase de embrião e, agora, somos fetos! É o nosso ciclo vital!”
O gêmeo valentão ressaltou: - “O que haverá depois de nascermos? Nada!” E concluiu, envergonhado: - “Tenho pavor do escuro!”
O feto menor, acostumado a ver o maior levar vantagem em tudo, retrucou:
- “Calma, irmão feto! Você não percebeu, diversas vezes, movimentos e ruídos estranhos vindos lá de fora, que paravam ou diminuíam quando, nós dois, revoltados, mexíamos ou dávamos pontapés na barriga da mamãe? Você, ainda mais do que eu, e que, só assim, tais coisas cessavam ou diminuíam? Um fenômeno parecido com aqueles clarões que incomodavam nossos olhos, e quando nos movíamos, irritados, durante os vários ‘porres’ que tomávamos, sem querer, nas ocasiões em que nossa mãe bebia!”
O amedrontado valentão adicionou:
- “Será que, quando nascermos, haverá algo do outro lado? Eu não acredito! Esses sinais nada provam! Como poderei viver sem a placenta, sem o líquido amniótico, sem a quenturinha do útero e tantas mordomias? Estou perdido! Acho que vou sentir mais saudades da Dona Placenta! Tempos bons esses agora que vivemos!”
Enquanto os fetos dialogavam, ruídos estranhos se sucederam, os barulhos e contrações ocorreram, cada vez, com mais frequência e intensidade, e o mar amniótico secou. O pior eram as contrações, cada vez mais fortes e frequentes. Algumas eram tão intensas, que parecia que o mundo vinha abaixo! Sufocação! Asfixia! Quase não se tinha mais fôlego! A agonia era insuportável! Os gêmeos se olharam apavorados: chegara, afinal, o momento de conhecer a verdade!
O mais calmo dos dois falou: - “Eu vou primeiro!” Seguiu, então, por um túnel escuro e misterioso e, nele, desapareceu. O feto valentão alimentava esperanças de não nascer. Dizia para si mesmo: “Se ficar bem quietinho, eu escapo de nascer!” Enquanto pensava assim, deu-se um empurrão tão potente que, por mais que lutasse para ficar, terminou escorregando pelo orifício escuro. Aquele mesmo em que seu irmão menor desaparecera. Finalmente, os gêmeos nasceram!
(*) Professor Titular da Pediatria da Universidade de Pernambuco. Psicoterapeuta. Membro da Sobrames/PE, da União Brasileira de Escritores (UBE) e da Academia Brasileira de Escritores Médicos (ABRAMES). Consultante Honorário da Universidade de Oxford (Grã-Bretanha).

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Palestra: A ILÍADA E A ARTE CLÁSSICA


A Diretoria da Academia Cearense de Medicina convida para a palestra A ILÍADA E A ARTE CLÁSSICA que será pelo Dr. André Bastos Gurgel.
André Gurgel é advogado, com Especialização em Direito Previdenciário e em Direito Trabalhista, e cursa Doutorado em Direito Constitucional na Universidade de Buenos Aires-Argentina. É professor, intérprete e tradutor de algumas línguas modernas e estudioso de idiomas clássicos: latim, sânscrito e grego antigo.
Local: Auditório da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis da UFC.
Rua Paulino Nogueira, 315, 1º andar, Bloco III Telefone: 3223-2782
Data: Dia 13 de setembro de 2017 (quarta-feira) Horário: 15 horas
Traje: Esporte fino

terça-feira, 12 de setembro de 2017

“BAGUNÇA”


Por Luiz Gonzaga Fonseca Mota (*)
De início gostaríamos de pedir desculpas aos leitores e leitoras deste texto por usar como título uma palavra chula e grosseira. No entanto, estaríamos sendo extremamente tolerantes e injustos se usássemos “basta”, “mal feitos”, “desvio de conduta”, “equívoco” etc. Na realidade o que vem acontecendo no Brasil, nos últimos anos, sem generalizar, é uma desorganização significativa na sociedade civil, na academia, nas atividades empresariais e trabalhistas, nos três Poderes Constituídos, etc. O Brasil é um País viável em todos os aspectos e a população brasileira, em sua grande maioria, é de índole boa e não merece tamanha humilhação, bem como a falta de perspectiva. Acreditamos que a busca pelo poder e não pelo governo, assim como a substituição dos planos de ação, táticos e estratégicos, pelos mecanismos do falso “marketing” político contribuíram para enfraquecer a nossa juvenil democracia e, consequentemente, o Estado brasileiro. Ademais, o radicalismo tem influenciado de forma negativa as alterações de comportamento e de organização social. Crises várias decorrem de movimentos radicais e tendenciosos que não procuram soluções, mas modelos inadequados do ponto de vista socioeconômico, jurídico e político. O Estado brasileiro existe não para ser opressor, corrupto ou injusto, mas para assegurar os princípios básicos da democracia. Precisamos alcançar as verdades essenciais, com consciência crítica, tendo por objetivo os valores éticos e morais indicadores de um contexto onde prevaleçam a liberdade a justiça e a igualdade de oportunidades, conforme o Estado Democrático de Direito previsto na nossa Carta Magna.
(*) Economista. Professor aposentado da UFC. Ex-governador do Ceará.
Fonte: Diário do Nordeste, Ideias. 26/5/2017.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Curso de Medicina da UECE é o 3º melhor do Brasil no ENADE


Uece comemora 15 anos de criação do MedUECE
O curso de Medicina da Universidade Estadual do Ceará (UECE) obteve a 3ª maior nota no país, no Exame Nacional de Desempenho do Ensino Superior (Enade). Os números foram divulgados no último dia 1º de setembro, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
A nota referente ao desempenho dos alunos do curso de Medicina, pelo Enade, foi 5, pontuação máxima do exame. A UECE oferece o melhor curso de Medicina, pela nota do Enade, do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do Brasil, suplantado apenas por dois cursos do Sudeste.
A UECE festeja, neste ano de 2017, os 15 anos de instalação do curso de Medicina (MedUECE). A criação se deu em 23 setembro de 2002, conforme Resolução nº 377, do Conselho Universitário (CONSU). O Projeto Pedagógico do MedUECE foi elaborado conforme as recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais do Conselho Nacional de Educação (Resolução CNE/CES Nº 4, de 7 de novembro de 2001). O curso foi criado na gestão do então reitor Manasses Claudino Fonteles.
O primeiro vestibular do Curso de Medicina da UECE aconteceu em 2003, com uma concorrência de 63,3 para cada vaga, das 40 ofertadas, com 2.540 inscritos. Agora, em 2017, no ranking dos cursos mais procurados, o campeão mais uma vez foi o de Medicina, com 171,5 candidatos para cada vaga, com 5.146 inscritos. Atualmente o curso tem 198 alunos matriculados, e já formou 378 profissionais. No tocante à titulação docente, 80% dos professores são mestres e doutores.
Para o atual reitor da UECE, professor Jackson Sampaio, o processo de formação no curso de Medicina é longo, intenso e deve ser tutorial, aproximando professor de aluno e aluno de cada realidade sanitária enfrentada. São seis anos de curso que garante ao aluno o diploma como Médico Geral Comunitário e da Família. Desses seis anos, os quatro primeiros são considerados os de estudos básicos, os dois últimos são de ensino profissional, o chamado internato, quando o aluno praticamente frequenta apenas ambientes hospitalares e de Medicina de Família, conhecendo as áreas de saúde e suas especialidades.
O titular da Uece vai além, “o curso promove e mantém a saúde individual e coletiva da população brasileira, cearense em particular, por meio de formação científica, ética e humanista, integrada criticamente às políticas públicas de saúde”. O credenciamento dos oito hospitais estaduais, situados em Fortaleza, como hospital universitário em rede, oferece o formato geral do curso. A existência de gratificação de trabalho relevante para os médicos dos hospitais credenciados, visando o acompanhamento dos estudantes nos campos de prática, realiza a integração ensino/assistência. A oferta de 40 vagas/ano caracteriza a dimensão artesanal. A dinâmica curricular, acompanhada semestre a semestre por atividades prático/teóricas em Saúde Coletiva, prepara o estudante para sua missão.
O curso tem como propósito formar médicos capacitados para trabalhar em equipe multiprofissional, vendo o paciente dentro de um contexto de saúde integral, em uma realidade biopsicossocial. Adiante-se que o médico deve ser capaz de resolver a maior parte das demandas, sabendo discernir a oportunidade de referir para atendimentos de maior complexidade, bem como de dar seguimento às contra-referências de serviços mais especializados. A par disso, tem capacidade para intervir na comunidade, interagindo com seus componentes, no intuito de identificar as reais necessidades de saúde, assegurando, por conseguinte, melhor qualidade de vida ao cidadão.
O Curso de Medicina, coordenado pela professora Maria Denise Carvalho de Andrade, pertence ao Centro de Ciências da Saúde, que tem como Diretora, a Professora Gláucia Posso Lima. O reitor da UECE, professor Jackson Sampaio, é médico, participou do processo de criação do curso e é Professor Titular em Saúde Pública, vinculado ao seu corpo docente.
Fonte: Uece/Assessoria de Comunicação, em 6/09/2017.

domingo, 10 de setembro de 2017

DIA MUNDIAL DO HOMEM


Vocês acham que é fácil ser homem?
Estamos iniciando uma campanha mundial para a instauração do Dia Internacional do Homem.
Já existe dia da mulher, dia do cachorro, dia do gay, até dia do contador de piada!
Por que não o Dia Internacional do Homem?
Algumas razões para a criação do Dia Internacional do Homem:
1) Quem se veste como pingüim no dia do matrimônio?
R: O humilde homem!
2) Quem é que, apesar do cansaço e do stress, jamais poderá fingir um orgasmo?
R: O sincero homem!
3) Quem é o encarregado de matar as baratas da casa?
R: O valente homem!
4) Quem é que toma banho e se veste em menos de vinte minutos?
R: O ágil homem!
5) Quem é que tem de gastar consideráveis somas em dinheiro comprando presentes para o dia das mães, da esposa, da secretária e outras festas inventadas pelo homem para satisfazer à mulher?
R: O dadivoso homem!
6) Quem jamais conta uma mentira, mas apenas versões?
R: O ético homem!
7) Quem é obrigado a ver a mulher com os rolinhos nos cabelos e cara cheia de cremes?
R: O compreensivo homem!
8) Quem tem que passar por uma TPM calado todo mês?
R: O calmo homem!
E mais:
* A tortura de ter que usar terno no verão.
* O suplício de fazer a barba todo dia.
* O desespero de uma cueca apertada.
* Viver sob o permanente risco de ter que entrar numa briga.
* Pilotar a churrasqueira nos fins de semana enquanto todas se divertem.
* Ter sempre que resolver os problemas do carro.
* Ter a obrigação de ser um atleta sexual.
* Ter que notar a roupa nova dela.
* Ter que notar que ela mudou de perfume.
* Ter que notar que ela trocou a tintura do cabelo de Imédia 713 para a 731 louro bege salmon plus up light forever.
* Ter que notar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja somente um centímetro.
* Trabalhar q nem um jumento de carga em prol de uma família que reclama que você trabalha que nem um jumento de carga!
E depois as mulheres ainda acham que é fácil ser homem, só porque nós não menstruamos...
Caso fosse assim, aí nós seríamos até santificados!
É por tudo isso que estamos lançando a campanha do DIA DO HOMEM o dia 1º de Novembro (DIA DE TODOS OS SANTOS).
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

O GALO E AS VELHINHAS...


Um velho fazendeiro vai ao cinema e o bilheteiro pergunta:
- O que é isso no seu ombro?
- É meu galo de estimação, raça legorn.
- Lamento, senhor, mas não permitimos animais no cinema.
O fazendeiro aparentemente concorda.
Vai ao toalete e enfia o bicho na calça.
Volta, compra o ingresso, entra e senta-se ao lado de duas idosas.
Quando o filme começa, o fazendeiro abre a braguilha para o galo respirar e o bicho bota o pescoço pra fora, todo feliz.
Uma das idosas cochicha para a outra:
- Acho que o cara ao meu lado é um tarado.
- Por quê? - indagou a outra.
- É que o cara botou o negócio pra fora!
- Ah, não te preocupa, na nossa idade nós já vimos de tudo.
- Eu também pensava a mesma coisa, mas o negócio tá comendo a minha pipoca!
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

sábado, 9 de setembro de 2017

MINEIRIM NO RIDIJANEIRO


Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele.
Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha.
O bicho ia até pertim do juêio... A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
- Qui qui foi, uai? Seus bobãom... vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém...?
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).

HOMENAGEM AOS CEARENSES


Cearense não fica solteiro, ele fica "solto na bagaceira".
Cearense não conserta, ele. "imenda".
Cearense não bate, ele 'senta-le' a mão.
Cearense não bebe um drink, ele "toma uma".
Cearense não é sortudo, ele é "cagado".
Cearense não corre, ele "dá uma carreira".
Cearense não percebe, ele "dá fé".
Cearense não sai apressado, ele sai "desembestado".
Cearense não aperta, ele "arroxa"
Cearense não dá volta, ele "arrudeia".
Cearense não ouve barulho, ele ouve "uma zuada".
Cearense não quebra algo, ele "tora".
Cearense não fica triste, ele fica "encabulado".
Cearense não desconhece seus conterrâneos , ele pergunta "é Fii de quem?".
Cearense não dá bronca, dá "carão".
Cearense quando não casa, ele fica "amansebado".
Cearense não é mulherengo, ele é "raparigueiro".
Cearense não se dá mal, "se lasca todinho".
Cearense quando se espanta não diz: - Xiiii! Ele diz: Oxe! Oxente !
Cearense não briga, "Quebra o pau".
Cearense não fica bravo, fica "virado a pext".
Cearense não fica apaixonado, ele "arrêia os pneus".
Fonte: Internet (circulando por e-mail e i-phones sem autoria definida).
 

Free Blog Counter
Poker Blog